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| NO 28º DOMINGO COMUM NA MÃE DA IGREJA, O FINAL DO 28º CERCO DE JERICÓ |
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A Igreja Matriz esteve superlota e a cerimônia do 7º e ultimo dia, começou com a entronização da imagem de Nossa Sra. Aparecida, conduzido até o Altar. Enquanto isso, todas as mensagens e pedidos da comunidade concentrados num recipiente metálico foram incinerados diante de todos, mediante explicação do Pe. José Altino Brambilla. O ritual relativo à 28ª versão do Cerco de Jericó, foi cumprido à risca desde o primeiro dia e só terminou com o toque da trombeta e algumas inovações para substituir “as 7 voltas em torno das muralhas de Jericó”. Com a procissão do Santíssimo, houve 7 paradas momentâneas, enquanto todos cantavam a música consagrada e era acesa uma a uma das 7 velas do Candelabro, exposto ao lado Altar e da imagem da Padroeira. Dois assuntos chamaram a atenção de todos: o Coral “Voz dos Anjos”, coordenado por Beth e Mário e formado por seis cantores e três instrumentistas e simbolizando o “Toque da trombeta”, o sax alto de Miguel Alves da Silva. Trata-se de um personagem que entra para a história por participar desde a 1ª versão do Cerco de Jericó em 1983, coordenada por Monsenhor Expedito Cavalcante, então vigário paróquia da Mãe da Igreja. Por que Cerco de Jericó? A prática nasceu na Polônia e consiste na oração incessante do rosário durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo exposto. O movimento – segundo a história – envolveu o Beato João Paulo II, sete semanas após ter sido proclamado Papa. Em 1978, a Rainha vitoriosa do Santo Rosário, Maria Santíssima deu uma ordem: a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria. E essa peregrinação ocorreu na primeira semana de Maio de 1979 em Jasna Gora/Polônia, onde se realizou o Congresso do Rosário durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo exposto. Texto e fotos: Altino Correia |